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Wednesday, February 27, 2008

Chegou a hora de descartar o Windows?

É possível fazer isso? É o momento certo? Descubra o que será necessário para mudar finalmente para o Mac OS X ou Linux no desktop.

A petição “Salve o XP”, solicitando à Microsoft para manter o Windows XP disponível indefinidamente, ao invés de cessar as vendas em 30 de junho conforme está previsto, levou muitos leitores a sugerir que talvez a melhor resposta para aqueles que não gostam do Vista seja mudar totalmente de sistema operacional.

“Não tenha medo. Basta migrar para o Linux e se tornar um membro de uma sociedade verdadeiramente livre”, escreveu Carlos Raul Gutierrez.

“Comprei um Mac mini por causa do Windows Vista. Mas não queria que minhas únicas opções fossem um sistema operacional que estaria obsoleto (XP) em breve ou um que tivesse bugs e quebrasse grande parte do hardware existente (Vista). E não sou geek o bastante para usar o Linux (fazer as coisas a partir da linha de comando? Nem pensar...)”, escreveu alguém que se identificou apenas como Jack.

Até que ponto a migração para o Linux ou o Mac OS X da Apple é realista? Para alguns usuários – freqüentemente, pessoas com grande conhecimento técnico como engenheiros, consultores, designers e CTOs - é uma opção clara que já funciona muito bem. No ano passado, a utilização do Mac OS X ou Linux como sistema operacional padrão foi facilitada pela capacidade de executar o Windows em uma máquina virtual, proporcionando acesso tanto a aplicações puramente Windows quanto a Web sites que se apóiam em tecnologia ActiveX puramente Internet Explorer. Porém, em um ambiente de negócio, a mudança para um PC Linux ou Mac pode não ser tão fácil.

A opção Linux
O usuário com maior aptidão técnica pode ser atraído para Linux, o tipo mais popular de Unix no desktop. Normalmente, os desktops Linux são desafiados pela compatibilidade de hardware limitada (devido à falta de drivers), opções limitadas de aplicações e interfaces com o usuário que requerem participação ativa para execução do trabalho, o que tende a manter o Linux distante da população usuária geral. Mas quem trabalha com um servidor Linux o dia inteiro pode descobrir que utilizá-lo também no desktop facilita a vida.

Assim como os usuários Mac, os usuários Linux às vezes precisam acessar o Windows. Considerando-se que as distribuições Linux rodam em hardware compatível com o Windows, é simples usar software de virtualização de desktop, como o Parallels Workstation, o VirtualBox da Sun (anteriormente da Innotek) e o software Workstation da EMC VMware, para proporcionar acesso a ambos os ambientes.

Embora algumas empresas tenham se comprometido com uma vasta implantação do Linux – a montadora de automóveis Peugeot Citroën, por exemplo, planeja instalar 20 mil desktops Novell Suse Linux – a maioria deixou o Linux com as equipes de engenharia e desenvolvimento.

Randall Kennedy, responsável pelo blog Enterprise Desktop no InfoWorld, argumenta que o Linux no desktop está condenado a permanecer um sistema operacional para um pequeno nicho, dada a falta de interesse da comunidade Linux em fornecer uma interface com o usuário que pessoas comuns possam utilizar. Kennedy tentou passar uma semana trabalhando somente com a distribuição Ubuntu do Linux, mas desistiu no quinto dia.

A visão de Kennedy, porém, não é a última palavra sobre Linux no desktop. Neil McAllister, colaborador freqüente do InfoWorld, preparou um relatório especial sobre como migrar do Windows para Linux, concluindo que o esforço não foi tão grande quanto se poderia pensar.

Quem tem razão? Como acontece com qualquer escolha de plataforma, talvez ambos. Uma abordagem “tamanho único” pode ser irreal. E isso provavelmente explica por que muitas empresas terão um mix, dominado pelo Windows XP hoje (e talvez o Vista dentro de alguns anos), mas não vinculado exclusivamente ao sistema operacional da Microsoft.

A opção Mac OS X
Das alternativas plausíveis ao Windows, o Mac OS X da Apple tem participação de mercado e histórico mais expressivos. Tom Yager tecnólogo-chefe do InfoWorld, escreveu que a última versão do Mac OS, Leopard (10.5), é simplesmente o melhor sistema operacional disponível. E os Macs estão realmente pipocando com mais freqüência, até mesmo nos círculos de TI – no ano passado, em conferências, vi mais MacBook Pros nas mãos de CTOs e executivos de TI do que jamais vi notebooks Mac.

Embora não existam números reais sobre a adoção corporativa de Macs, é evidente que a Apple está em fase de crescimento, conquistando uma parcela cada vez maior de todas as vendas de novos computadores há mais de um ano.

Yager, do InfoWorld, narrou as aventuras de um usuário de PC que mudou para o Mac OS, mostrando que, para um usuário individual, a conversão acabou sendo compensadora. O site TechWeb também ofereceu um bom guia de migração para o Mac OS X.

Uma ferramenta essencial de quem está migrando para o Mac OS X é uma máquina virtual para rodar o Windows para estas aplicações e web sites que necessitem dele. Tanto o Parallels Desktop 3.0 quanto o software Fusion da EMC VMware dão conta do recado, como mostrou uma análise comparativa do InfoWorld.

Apesar de os Macs serem compatíveis com a maior parte do hardware típico, como monitores e drives, encaixar um Mac nos sistemas de gestão e nas aplicações ERP de uma empresa é outra história. O blog Mac Enterprise de Yager e o grupo de usuários Mac Enterprise oferecem orientação para gerenciar Macs em um ambiente de TI tradicional.

Fonte: Computer Word

Thursday, August 9, 2007

Fórum Internacional de Inclusão Digital Sustentável























Fórum Internacional de Inclusão Digital Sustentável

A AMD e a Fundação Bradesco, com apoio da AMCHAM, da revista A Rede e do PEABIRUS, promoverão este evento nos dias 27 e 28 de setembro, no BIT - Bradesco Instituto de Tecnologia -, em Campinas.

Para que você não perca esta data, criamos um relógio para contagem dos dias que faltam (você só verá este relógio na sua caixa de mensagens do PEABIRUS).

Ajude a divulgar esta importante inciativa copiando o relógio e distribuindo para os seus amigos e parceiros pelo seu blog, site, portal e email. Para copiar, clique em Options, depois em Get Embed Code e em seguida em HTML. Daí é só copiar e distribuir.

Clicando nos dias, você será remetido para a comunidade que as duas empresas socialmente responsáveis criaram no PEABIRUS, com as primeiras informações sobre o evento.

Monday, August 6, 2007

Carro promete voar a 5 metros de altura


A tecnologia vem crescendo a cada instante e com ela surgem novas invenções, como a nave voadora, conhecida como M200G, que promete voar a mais de cinco metros de altura com uma velocidade constante de aproximadamente 80 Km/h. Assista o video abaixo.

Ele também é fácil de manobrar e é capaz de navegar sobre qualquer tipo de terreno, como água, neve, lama e terra, segundo informou o fabricante. Criada pela empresa Americana Moller, o custo final ainda não foi definido, mas deve chegar ao mercado custando entre U$$ 90 mil e U$$ 125mil.
O guindaste e o cabo que aparecem no vídeo não sustentam a nave e foi exigido como item de segurança durante os testes


Tuesday, July 31, 2007

"Não tão rápido, supercomputadores," afirmam programadores


Os supercomputadores aumentam de velocidade de forma estonteante e já possuem até ranking mundial. O mesmo parece estar acontecendo com os computadores menores, até mesmo com os domésticos, graças à utilização dos processadores de múltiplos núcleos e da ligação de PCs em clusters.

Programação paralela

Agora, um pesquisador da Universidade Purdue, Estados Unidos, afirma que de nada adianta esse poder computacional gigantesco, inimaginável há poucos anos, simplesmente porque o hardware se colocou muito à frente da capacidade dos programadores em fazer programas que os possam utilizar de forma eficiente.

Faisal Saied afirma que a programação paralela tem sido uma habilidade quase esotérica, limitada a pesquisadores que lidam diretamente com supercomputadores. "Especialistas em computação de alto desempenho aprenderam a lidar com isso, mas eles são uma fração dos programadores. No futuro você não vai conseguir comprar um computador que não seja 'multicore' e, à medida em que os chips 'multicore' se disseminarem, todos os programadores terão que aprender novas técnicas," diz ele.

O Dr. Saied parece até ser um pouco otimista. O fato é que há muitos supercomputadores na iniciativa privada e nenhuma empresa costuma jogar fora seus antigos programas. Apenas uma parte do código usado nessas empresas é paralelo, já que todos os programas antigos são seqüenciais.

O resultado é que os chips "multicore", embora sejam o sonho do poder ilimitado de processamento, estão se tornando o pesadelo da programação.

Computadores "multicore"

Computadores "multicore" - ou multinúcleo - têm mais do que uma CPU em cada chip. São verdadeiros PCs individuais, mas trabalhando juntos. O problema é explorar essa capacidade de trabalhar em conjunto, criando programas que dividam as tarefas entre os diversos núcleos.

"Imagine você ter quatro bolas de golfe e precisar atingir quatro buracos. Se você tem quatro pessoas atirando as bolas ao mesmo tempo, você poderá fazer isto mais rapidamente do que se contar com uma pessoa só. Esta é a vantagem da computação de múltiplos núcleos. Múltiplos PCs, todos no interior do mesmo chip, estão trabalhando em múltiplas tarefas. A dificuldade é quebrar a tarefa em múltiplos componentes," diz Saied.

Hiato da Lei de Moore

A criação de microprocessadores com múltiplos núcleos virou uma tendência quando a indústria percebeu que o aumento da freqüência de processamento - o "clock" - estava criando mais problemas do que resolvendo - principalmente problemas de superaquecimento dos chips.

O superaquecimento dos chips até criou o chamado "Hiato da Lei de Moore": embora a quantidade de transistores no interior dos chips continue crescendo como a Lei de Moore prevê - dobrando a cada 18 meses - o fato é que a velocidade de processamento não tem crescido nessa velocidade. Na verdade, em termos de chips individuais, de um núcleo apenas, ela tem se mantido estacionária há bastante tempo.

E, se não forem criados programas que utilizem os recursos da computação paralela, o desperdício de energia continuará. Isso acontece porque os transistores consomem energia mesmo quando não estão fazendo nada. Programas seqüenciais, rodando em processadores de múltiplos núcleos, nada mais estarão fazendo do que deixando transistores ociosos - desperdiçando energia e capacidade de processamento. Ou seja, a capacidade de processamento cresceu, mas não é utilizada.

Linguagens de programação paralela

E tudo indica que esse poder de processamento continuará crescendo. Os fabricantes de chips Intel, AMD, IBM e Sun todas anunciaram que vão produzir chips "multicore". Em Fevereiro deste ano a Intel anunciou detalhes de um chip com 80 núcleos - 80 PCs dentro de um único chip - capaz de fazer cálculos que há 10 anos atrás exigiam computadores que ocupavam salas inteiras.

Até mesmo as linguagens de programação estão sendo questionadas. Steve Kirsch, especialista em supercomputadores, afirma que novas linguagens são essenciais. "Hoje nós programamos em linguagens seqüenciais. Iremos precisar de expressar nossos algoritmos em um nível mais alto de abstração? Pesquisas nesta área são críticas para nosso sucesso," diz ele.

Super computador no Brasil

Novo supercomputador entra em operação no Brasil

Poder de cálculo da máquina será usado para pesquisas climáticas

SÃO PAULO - O novo cluster computacional adquirido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) no fim do ano passado, com 1,1 mil processadores, começará a funcionar em agosto no Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), em Cachoeira Paulista.

Um evento na semana passada, durante a programação de aniversário do Inpe, celebrou o início de operação do novo sistema computacional. O equipamento tem arquitetura da Sun Microsystems e foi adquirido da NEC Corporation por US$ 2,4 milhões. O cluster faz parte da lista dos mais rápidos do mundo de acordo com o Top 500, o ranking dos computadores mais potentes do mundo.


A lista inclui equipamentos instalados em instituições públicas e privadas de todos os continentes, com aplicações voltadas às mais diversas áreas. No campo da pesquisa de tempo e clima, a máquina do CPTEC aparece na 12ª colocação, revelando-se uma das melhores infra-estruturas computacionais do mundo neste setor. Na colocação geral, o equipamento é o 416º de melhor desempenho.


"A experiência com a nova máquina irá representar uma etapa de transição para a aquisição do próximo supercomputador do Inpe", disse Maria Assunção Faus Silva Dias, coordenadora do CPTEC. A atualização dos supercomputadores para a previsão de tempo e clima vem sendo feita em média a cada quatro anos.


"Além da boa colocação do novo cluster do Inpe, o ranking demonstra que a especificação do nosso equipamento acompanha a tendência das melhores máquinas em uso no mundo", disse José Paulo Bonatti, pesquisador e chefe da Divisão de Modelagem e Desenvolvimento (DMD), do CPTEC, responsável pelo projeto do cluster.


O novo sistema computacional do CPTEC/INPE foi adquirido com recursos do Projeto de Tecnologia da Informação para Meteorologia (Protim), do governo federal. "A aquisição deverá trazer ganhos de experiência em sistemas computacionais em ambiente massivamente paralelo", disse Bonatti. Essa tecnologia, que dispõe de centenas ou milhares de processadores atuando em conjunto, é a mais nova tendência da arquitetura computacional de alta performance.


A performance do novo cluster é de 4,5 teraflops (trilhão de cálculos) por segundo. Para as previsões meteorológicas diárias, o CPTEC/INPE utiliza, atualmente, o supercomputador NEC SX-6, com 12 nós, totalizando 96 processadores e velocidade de pico de 0,76 teraflops por segundo.

Bonatti destaca, no entanto, que não se devem comparar diretamente os números dos dois sistemas computacionais - o cluster e o operacional -, uma vez que se trata de máquinas com arquiteturas de processamento diferentes.

A nova máquina irá exigir um grande esforço de desenvolvimento de software. "O foco será o desenvolvimento dos mesmos programas operacionais de previsão de tempo e clima e de assimilação de dados que rodam hoje no SX-6", disse Bonatti.

Thursday, June 28, 2007

O Principio da era Matrix

Cientistas no Japão demonstraram "a próxima geração de interface para comunicação" na Mostra da Indústria da Realidade Virtual, realizada em Tóquio. A tela mostra uma imagem em 3D-tangível de uma mão, enquanto o pesquisador veste a luva especial que permite sentir a força da mão na tela.

A desenvolvedora, NTT Comware, espera usar esta tecnologia no futuro em museus, para que os visitantes possam tocar virtualmente em peças valiosas, e nas escolas, para que os estudantes posssam sentir objetos que estejam em lugares distantes.

Combine junto com esse software uma realidade virtual 3D já há muito utilizado por diversos brinquedos eletronicos, que você vai ter um mundo 3D no qual as pessoas podem sentir o que tocam ou quando são tocadas por alguma coisa, na minha opinião muito próximo do mundo Matrix.

Software e processamento pode converter DVD em HD DVD

Conceito pode ser usado para dar mais qualidade a vídeos em geral


Uma imagem mais definida, mais detalhada. Essa é a promessa dos vídeos de alta definição presente nos discos concorrentes HD DVD e Blu-ray, que disputam o posto de sucessor do DVD convencional.

Mas uma nova tecnologia pode tornar estes discos desnecessários. É que a Intel está trabalhando em um algoritmo especial que trabalhará com seus chips de núcleos múltiplos e que poderia, em tese, expandir artificialmente a resolução final de um vídeo guardado em DVD em tempo real, para execução posterior em um display de alta definição.

Chamada de Super Resolution, a mesma técnica poderia ser utilizada para aprimorar a qualidade de imagem em vídeos captados por usuários com filmadoras ou câmeras digitais e também seria um campo promissor para a empresa promover seus processadores de núcleos múltiplos (atualmente existem chips com vários núcleos ativos de processamento, e um modelo-conceito feito pela empresa possui 80 núcleos ativos. Um processador Core Duo, por exemplo, traz dois núcleos ativos).

Entenda o problema

Aumentar artificialmente a resolução em vídeo é uma tarefa desafiadora em termos técnicos. Atualmente, alguns DVD players trazem processadores internos que realizam o chamado ´upscaling´, que é a conversão de um sinal original de vídeo para uma resolução maior. Seria o equivalente em vídeo à ampliação de uma foto, com a diferença de que, no vídeo, os elementos gráficos estão em movimento constante, o que obriga os componentes de DVD players a realizar esta tarefa de forma dinâmica.

O que a técnica da Intel quer fazer é extrapolar este processo, por meio de uma técnica que avalia em tempo real os pixels de cada segundo de um vídeo e aumentando a quantidade de informação que é enviada para o display (uma TV de plasma ou LCD, por exemplo) mantendo a mesma clareza do vídeo original.

Outra característica da Super Resolution é que diferentes áreas são designadas para núcleos diferentes dentro de um chip com vários núcleos. Um ou mais núcleos de processamento poderiam ser orientados a cuidar de zonas mais ativas da imagem (com mais movimento), enquanto áreas ´paradas´, poderiam ficar concentradas num único núcleo.

Segundo informações divulgadas pela empresa, um chip com 150 núcleos seria capaz de converter vídeo de DVD para a qualidade equivalente a de um disco HD DVD em tempo real. A Intel, no entanto, não divulgou planos de disponibilizar a tecnologia Super Resolution para o mercado e não há perspectiva de quando chips com tantos núcleos de processamento estarão disponíveis para usuários finais.

Wednesday, June 20, 2007

Motor de plasma


Um laboratório científico radicado na Costa Rica testou durante mais de três horas ininterruptas um motor de plasma, um avanço para uma eventual viagem tripulada a Marte, informou nesta quarta-feira um de seus responsáveis.

O motor foi ligado no mês passado no laboratório Ad Astra Rocket e conseguiu se manter estável por mais de três horas, com temperaturas em torno dos 50 mil graus Celsius, disse o diretor da Ad Astra Costa Rica, Ronald Chang.

A Ad Astra Rocket, empresa do astronauta costarriquenho Franklin Chang, funciona na localidade de Libéria, 250 Km ao norte da capital da Costa Rica. Após esta experiência, está previsto em dezembro próximo que o motor de plasma seja testado em uma câmara a vácuo na Ad Astra Houston, para em seguida iniciar a construção de um motor que sirva para mover satélites e estabilizar estações espaciais com um custo mínimo em comparação com os atuais.

O objetivo é que, dentro de alguns anos, será possível lançar uma nave tripulada para Marte, aonde, com um motor deste tipo, chegaria em menos de 40 dias. Com os sistemas de propulsão atuais, além do alto custo econômico da missão, o trajeto levaria dois anos. "Conseguimos melhorar substancialmente o que tínhamos alcançado em dezembro", disse Ronald Chang, irmão do astronauta.

Em dezembro passado, os cientistas chefiados por Chang conseguiram manter um disparo de plasma durante dois minutos, marcando o início da construção de um motor. Chang destacou a capacidade do laboratório e dos cientistas costarriquenhos em manter durante várias horas o disparo estável do plasma.

A Ad Astra estimou que, em dezembro próximo, será possível disparar o protótipo do motor numa câmara de vácuo nos Estados Unidos, e se tiver sucesso, construiria um motor para testá-lo na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) em 2009 ou 2010.

Os foguetes baseados em produtos químicos queimam o combustível e os gases são expelidos para trás em grandes quantidades. Isto provoca uma aceleração muito forte, mas em poucos minutos são consumidas toneladas de combustível.

Os motores de plasma, ao contrário, expulsam apenas alguns íons (átomos privados de um elétron e com carga elétrica), mas a mais de 55 mil Km/h. A velocidade superior de saída compensa, em parte, a minúscula massa de material ejetado, o que aumenta a eficiência.

No entanto, o motor de plasma tem uma aceleração muito pequena, a ponto de torná-lo inútil para decolar de um planeta. Ao contrário, é ideal para uma viagem interplanetária, a partir da órbita de um corpo celeste e onde já não exista a fricção atmosférica.

Segundo os cientistas, o motor de plasma é composto de três células magnéticas: uma fonte de plasma, um "superalimentador" que utiliza ondas eletromagnéticas e uma denominada tubeira magnética. "A fonte de plasma é constituída da injeção principal de gás neutro (tipicamente hidrogênio ou outros gases leves) para ser transformada em plasma e no sistema de ionização", informou a Ad Astra.

Depois, o "superalimentador" utiliza ondas eletromagnéticas para energizar ainda mais o plasma e atingir a temperatura desejada, e a "tubeira magnética" transforma, finalmente, a energia do plasma em impulso. Franklin Chang, de 57 anos, é engenheiro mecânico e doutor em engenharia nuclear. Durante sua estadia na Nasa como astronauta, ele fez sete viagens espaciais. Ele deixou a agência espacial americana em 2005 para se dedicar ao sonho de desenvolver o motor de plasma.

A viagem a Marte é planejada há vários anos. Mas, "ela poderá ser realizada em 20 anos, não é para o futuro imediato", contemporizou Ronald Chang.

Monday, June 18, 2007

Laptop de baixo custo

Taipé - Laptop de baixo custo chamado de Eee PC tem teclado pequeno, porém confortável, e abas para organizar programas dentro do Linux.

destaque_88x66O notebook de 199 dólares da Asustek Computer, chamado de Eee PC, se transformou em uma das estrelas da Computex 2007, chamando atenção por seu tamanho compacto e seu baixo preço.

A Asustek ofereceu um protótipo de testes do Eee PC 701 para um rápido teste nesta quarta-feira (06/06), um dia após ter sido anunciado pelo presidente da companhia, Jooney Shih, e Sean Maloney, vice-presidente executivo e diretor geral do grupo de marketing e vendas da Intel.

> Veja fotos do laptop barato

Como Shih revelou poucos detalhes das especificações da máquina, foi uma boa oportunidade para conhecer mais informações sobre o portátil.

Foi aí que eu me impressionei: o pequeno notebooks tem potencial para ter grande impacto no mercado de PCs ultracompactos. E competidores como Palm, que recentemente anunciou seu portátil Foleo, devem tomar cuidado.

Desenvolvido em conjunto pela Intel e Asustek, o Eee PC chegará ao mercado durante o terceiro trimestre, em setembro no máximo. O notebook será voltado para alunos, mas também estará disponível amplamente para consumidores.

O preço inicial será de 199 dólares, aumentando conforme a memória flash que vem no PC ao invés de disco rígido. Atualmente, a Asustek planeja vender modelos com 4 GB, 8 GB e 16 GB de memória flash, mas isto pode mudar até que os primeiros modelos cheguem às lojas.

Com 22,5 centímetros de comprimento por 16,5 centímetros de profundidade, o Eee PC 701 tem espessura de 3,5 centímetros com a tela fechada e pesa apenas 890 gramas.

Outras especificações incluem monitor de 7 polegadas, câmera, 512 MB de memória DDR2 e acesso a redes wireless.

*Sumner Lemon é editor do IDG News Service, em Pequim.

Monday, June 4, 2007

Laptops para o governo

O governo federal planeja abrir uma licitação internacional, no segundo semestre, para a compra de 150 mil computadores portáteis de baixo custo, que serão distribuídos para alunos de escolas públicas. "A idéia é que as crianças já estejam com os laptops em março do ano que vem", disse ontem (1/6) Cezar Alvarez, assessor especial do presidente da República e coordenador-geral dos Programas de Inclusão Digital do governo, durante o 51.º Painel Telebrasil, na Costa do Sauípe (BA).

O nome do projeto é Um Computador por Aluno (UCA), muito parecido com Um Laptop por Criança (OLPC, na sigla em inglês), nome da organização sem fins lucrativos criada pelo professor Nicholas Negroponte, fundador do Media Lab, do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

A máquina desenvolvida pela OLPC, chamada XO e mais conhecida como Laptop de US$ 100, é um dos concorrentes na licitação. Também estão no páreo o Classmate, da Intel, e o Mobilis, da empresa indiana Encore.

Acima, da esquerda para a direita, o XO, o Mobilis e o Classmate.

A princípio, o XO teria tela de 7,5", processador AMD de 366 MHz, 128 Mb de RAM, 512 Mb de flash no lugar do HD, redes mesh e wi-fi e câmera.

O Classmate teria tela de 7", processador Intel de 900 MHz, 512 Mb de RAM, 2 Gb de flash no lugar do HD e rede wi-fi, sem câmera.

Não tenho a configuração do Mobilis.

(Comentario pessoal: A maior diferença entre as maquinas são os softwares, XO tem um Sistema Operacional totalmente voltado para o ensino enquanto o Classmate tem um sistema operacional "generico").

Mais informações no Estado de hoje, 2/6 ("Governo quer 150 mil laptops para escolas").

Wednesday, May 30, 2007

Projeto OLPC procura jogos open source



O projeto One Laptop Per Child, OLPC, que tem como objetivo oferecer notebooks de baixo custo para a educação de crianças de países em desenvolvimento, promoverá um campeonato de design de jogos educacionais de código aberto.Os designers terão três dias para criar o jogo durante o evento que começa em 8 de junho de 2007 na universidade Olin College, em Needham, Massachusetts, Estados Unidos, e terão a chance de ganhar um laptop.
O XO, como é conhecida a máquina do projeto OLPC, possui as bibliotecas pygames, para a criação de jogos open source programados em Python. Com o aplicativo eToys, as crianças poderão criar seus próprios jogos.
A tarefa dos desenvolvedores participantes do evento será criar títulos inovadores que explorem recursos do XO, como rede sem fio , câmera de vídeo e tablet.
Todos os jogos criados durante o evento, apelidado de "Game Jam", serão publicados sob a licença pública GNU e distribuídos no site SourceForge.
SJ Klein, diretor de conteúdo da OLPC diz que a proposta é juntar programadores, e se tudo der certo haverá outros eventos do gênero. O site da "Game Jam" pode ser visto aqui

Wednesday, May 23, 2007

Teclado Optimus Maximus

Mesmo com o preço elevado, o superteclado Optimus Maximus, que permite que o usuário personalize a disposição das teclas, teve seu primeiro lote de 200 peças esgotado apenas 12 horas após o início do recebimento de reservas, no último domingo (20). Quem quiser ter o periférico agora precisa, além de pagar os mais de US$ 1.500, disputar as peças restantes que só serão entregues no fim do ano ou no início de 2008.O blog da empresa informou que nos primeiros 15 minutos de abertura das encomendas o site ficou fora do ar devido ao grande número de acessos. Além disso, algumas pessoas relataram problemas com o pagamento -- a empresa, porém, garante que irá verificar a situação e entrar em contato com os compradores com problemas.

ChipSheep: Teclado do futuro, com preço de outro mundo

Ter um teclado que custa o mesmo preço –- e em alguns casos até mais –- que o computador em si não é algo muito normal, mas a empresa Art Lebedev resolveu apostar no nicho. Para comparação de preço, o notebook da Toshiba Satellite T2080, com processador Dual Core, 512 de memória RAM, gravador de DVD e HD de 80 GB custa, nos Estados Unidos, US$ 679,99. O custo se reflete em seu design, que está muito distante dos equipamentos de plástico tradicionais. Cada tecla tem uma pequena tela de OLED (tecnologia mais fina e barata que o LCD), permitindo que o layout do teclado seja escolhido pelo usuário. Segundo o site da empresa, onde pode ser feito o pedido, há a previsão de entrega de 200 unidades no início de dezembro deste ano -- já esgotados --, mais 200 no fim do mesmo mês e outras 400 em janeiro de 2008.
Apesar de não parecer muito diferente dos tradicionais, suas teclas podem ser adaptadas para o Photoshop (à esquerda) ou para o jogo Quake (direita), por exemplo. (Foto: Divulgação)

A idéia por trás do equipamento de luxo coberto com alumínio é bastante interessante: cada tecla pode trocar seu símbolo de acordo com o programa que está sendo utilizado. Isso é o fim da necessidade de memorização de atalhos e códigos complicados –- o usuário pode personalizar o teclado para as funções mais usadas em determinada aplicação. Ele também é capaz de mudar de idioma rapidamente. Tudo isso, feito com pequenas telas individuais, não é fácil –- nem barato.
Para quem quiser testar como o sistema vai funcionar, a empresa oferece, já no mercado, o Optimus Mini Three -- versão compacta do teclado com apenas três teclas. Ele custa bem menos, mas ainda é caro para um objeto do tipo: US$ 160.

Tuesday, May 22, 2007

Disco rígido de 1 terabyte chega ao consumidor

Para os que sempre reclamaram de seus HD's, chega de ficar comprando 1 placa por memória, agora chegou o disco rígido de 1 terabyte!

Se você acha seu HD pequeno demais para filmes, músicas entre outros dados, comece a comemorar. A Hitachi começou a vender inicialmente nos EUA a primeira versão do Deskstar 7K1000, um disco rígido que traz nada mais, nada menos que 1TB (terabyte) de capacidade.

Para se ter uma idéia do potencial de todo esse espaço, é possível armazenar no dispositivo 125 filmes em alta definição, 80 horas de vídeos, 333 mil fotos em formato JPG com ótima resolução ou ainda ouvir músicas em MP3 durante dois anos sem repeti-las. A unidade pesa 680g, possui recurso antichoque e um sistema de controle térmico constante durante as operações de escrita e leitura de dados. Custa US$ 399.

Friday, April 13, 2007

USP inaugura supercomputador da IBM



SÃO PAULO - A Universidade de São Paulo (USP) inaugurou, na última terça-feira, dia 10, o supercomputador IBM PowerPC 970. Instalado no Centro de Computação Eletrônica da universidade, o sistema foi adquirido com apoio da FAPESP por meio do Programa Equipamentos Multiusuários, a partir de um projeto elaborado por um consórcio formado por 66 grupos de pesquisa da USP.

O supercomputador consiste em um cluster (aglomerado computacional) de 448 processadores que operam em conjunto, possibilitando um desempenho de 2,9 trilhões de operações por segundo (teraflops).

O cluster, ao lado de três máquinas da Petrobras, é o primeiro de uso acadêmico do País a entrar no Top 500, ranking dos computadores mais potentes do planeta. É o 363º, enquanto os da Petrobras ocupam as posições 273, 275 e 418 na lista.

Segundo Luiz Nunes de Oliveira, professor do Departamento de Física e Informática do Instituto de Física de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), o equipamento representará um grande passo para a pesquisa acadêmica nacional. “Sabemos que há pesquisadores cujos projetos estão há dez anos engavetados por falta de um equipamento como esse. Agora, eles terão a chance de executá-los”, disse.

De acordo com Nunes de Oliveira, coordenador da equipe que solicitou o supercomputador, a utilização do equipamento será gerenciada por quatro representantes do grupo. O usuário não precisa ter vínculo com a USP. “Quem tiver necessidade submeterá um projeto a ser avaliado pela comissão. Vamos considerar o potencial da pesquisa e suas necessidades de tempo para ceder o equipamento”, disse.

Para saber mais click aqui