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Monday, August 13, 2007

Cientistas mostram luva tátil

Cientistas japoneses da Universidade de Tóquio, Japão, demonstraram a Haptic Telexistence, uma luva capaz de transmitir a sensação de segurar um objeto, mesmo que este esteja, geograficamente, a milhares de quilômetros de distância.

Segundo o site Gizmodo, a novidade foi mostrada na conferência anual SIGGRAPH, que aborda tecnologias gráficas para computadores e técnicas interativas, e acontece em San Diego, Estados Unidos.

O site The Raw Feed, que encontrou o dispositivo, explica que a luva robótica possui sensores ligados a uma tela eletro-tátil, que permite que o usuário sinta o que a mão robótica sente, não apenas a rigidez, como também forma e temperatura do objeto.

A página do evento traz algumas outras informações a respeito da Haptic Telexistence, anunciada como uma forma de melhorar drasticamente a vida humana. "Por exemplo, não apenas seremos capazes de apertar a mão de pessoas em locais distantes, como também poderemos sentir o calor de suas mãos. Quanto à compra na web, poderemos verificar a textura de um objeto antes de adquiri-lo", são algumas das vantagens listadas aqui.

A invenção da equipe liderada por Katsunari Sato ainda não está perto da conclusão, sendo apenas um protótipo. Mas com a rápida evolução de tecnologias táteis e robóticas, acredita-se que em 10 anos esta já esteja concluída.

O Gizmodo faz ainda uma insinuação de que a indústria pornô já estaria excitada ante as perspectivas que o invento proporciona.

Tuesday, July 31, 2007

"Não tão rápido, supercomputadores," afirmam programadores


Os supercomputadores aumentam de velocidade de forma estonteante e já possuem até ranking mundial. O mesmo parece estar acontecendo com os computadores menores, até mesmo com os domésticos, graças à utilização dos processadores de múltiplos núcleos e da ligação de PCs em clusters.

Programação paralela

Agora, um pesquisador da Universidade Purdue, Estados Unidos, afirma que de nada adianta esse poder computacional gigantesco, inimaginável há poucos anos, simplesmente porque o hardware se colocou muito à frente da capacidade dos programadores em fazer programas que os possam utilizar de forma eficiente.

Faisal Saied afirma que a programação paralela tem sido uma habilidade quase esotérica, limitada a pesquisadores que lidam diretamente com supercomputadores. "Especialistas em computação de alto desempenho aprenderam a lidar com isso, mas eles são uma fração dos programadores. No futuro você não vai conseguir comprar um computador que não seja 'multicore' e, à medida em que os chips 'multicore' se disseminarem, todos os programadores terão que aprender novas técnicas," diz ele.

O Dr. Saied parece até ser um pouco otimista. O fato é que há muitos supercomputadores na iniciativa privada e nenhuma empresa costuma jogar fora seus antigos programas. Apenas uma parte do código usado nessas empresas é paralelo, já que todos os programas antigos são seqüenciais.

O resultado é que os chips "multicore", embora sejam o sonho do poder ilimitado de processamento, estão se tornando o pesadelo da programação.

Computadores "multicore"

Computadores "multicore" - ou multinúcleo - têm mais do que uma CPU em cada chip. São verdadeiros PCs individuais, mas trabalhando juntos. O problema é explorar essa capacidade de trabalhar em conjunto, criando programas que dividam as tarefas entre os diversos núcleos.

"Imagine você ter quatro bolas de golfe e precisar atingir quatro buracos. Se você tem quatro pessoas atirando as bolas ao mesmo tempo, você poderá fazer isto mais rapidamente do que se contar com uma pessoa só. Esta é a vantagem da computação de múltiplos núcleos. Múltiplos PCs, todos no interior do mesmo chip, estão trabalhando em múltiplas tarefas. A dificuldade é quebrar a tarefa em múltiplos componentes," diz Saied.

Hiato da Lei de Moore

A criação de microprocessadores com múltiplos núcleos virou uma tendência quando a indústria percebeu que o aumento da freqüência de processamento - o "clock" - estava criando mais problemas do que resolvendo - principalmente problemas de superaquecimento dos chips.

O superaquecimento dos chips até criou o chamado "Hiato da Lei de Moore": embora a quantidade de transistores no interior dos chips continue crescendo como a Lei de Moore prevê - dobrando a cada 18 meses - o fato é que a velocidade de processamento não tem crescido nessa velocidade. Na verdade, em termos de chips individuais, de um núcleo apenas, ela tem se mantido estacionária há bastante tempo.

E, se não forem criados programas que utilizem os recursos da computação paralela, o desperdício de energia continuará. Isso acontece porque os transistores consomem energia mesmo quando não estão fazendo nada. Programas seqüenciais, rodando em processadores de múltiplos núcleos, nada mais estarão fazendo do que deixando transistores ociosos - desperdiçando energia e capacidade de processamento. Ou seja, a capacidade de processamento cresceu, mas não é utilizada.

Linguagens de programação paralela

E tudo indica que esse poder de processamento continuará crescendo. Os fabricantes de chips Intel, AMD, IBM e Sun todas anunciaram que vão produzir chips "multicore". Em Fevereiro deste ano a Intel anunciou detalhes de um chip com 80 núcleos - 80 PCs dentro de um único chip - capaz de fazer cálculos que há 10 anos atrás exigiam computadores que ocupavam salas inteiras.

Até mesmo as linguagens de programação estão sendo questionadas. Steve Kirsch, especialista em supercomputadores, afirma que novas linguagens são essenciais. "Hoje nós programamos em linguagens seqüenciais. Iremos precisar de expressar nossos algoritmos em um nível mais alto de abstração? Pesquisas nesta área são críticas para nosso sucesso," diz ele.

Super computador no Brasil

Novo supercomputador entra em operação no Brasil

Poder de cálculo da máquina será usado para pesquisas climáticas

SÃO PAULO - O novo cluster computacional adquirido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) no fim do ano passado, com 1,1 mil processadores, começará a funcionar em agosto no Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), em Cachoeira Paulista.

Um evento na semana passada, durante a programação de aniversário do Inpe, celebrou o início de operação do novo sistema computacional. O equipamento tem arquitetura da Sun Microsystems e foi adquirido da NEC Corporation por US$ 2,4 milhões. O cluster faz parte da lista dos mais rápidos do mundo de acordo com o Top 500, o ranking dos computadores mais potentes do mundo.


A lista inclui equipamentos instalados em instituições públicas e privadas de todos os continentes, com aplicações voltadas às mais diversas áreas. No campo da pesquisa de tempo e clima, a máquina do CPTEC aparece na 12ª colocação, revelando-se uma das melhores infra-estruturas computacionais do mundo neste setor. Na colocação geral, o equipamento é o 416º de melhor desempenho.


"A experiência com a nova máquina irá representar uma etapa de transição para a aquisição do próximo supercomputador do Inpe", disse Maria Assunção Faus Silva Dias, coordenadora do CPTEC. A atualização dos supercomputadores para a previsão de tempo e clima vem sendo feita em média a cada quatro anos.


"Além da boa colocação do novo cluster do Inpe, o ranking demonstra que a especificação do nosso equipamento acompanha a tendência das melhores máquinas em uso no mundo", disse José Paulo Bonatti, pesquisador e chefe da Divisão de Modelagem e Desenvolvimento (DMD), do CPTEC, responsável pelo projeto do cluster.


O novo sistema computacional do CPTEC/INPE foi adquirido com recursos do Projeto de Tecnologia da Informação para Meteorologia (Protim), do governo federal. "A aquisição deverá trazer ganhos de experiência em sistemas computacionais em ambiente massivamente paralelo", disse Bonatti. Essa tecnologia, que dispõe de centenas ou milhares de processadores atuando em conjunto, é a mais nova tendência da arquitetura computacional de alta performance.


A performance do novo cluster é de 4,5 teraflops (trilhão de cálculos) por segundo. Para as previsões meteorológicas diárias, o CPTEC/INPE utiliza, atualmente, o supercomputador NEC SX-6, com 12 nós, totalizando 96 processadores e velocidade de pico de 0,76 teraflops por segundo.

Bonatti destaca, no entanto, que não se devem comparar diretamente os números dos dois sistemas computacionais - o cluster e o operacional -, uma vez que se trata de máquinas com arquiteturas de processamento diferentes.

A nova máquina irá exigir um grande esforço de desenvolvimento de software. "O foco será o desenvolvimento dos mesmos programas operacionais de previsão de tempo e clima e de assimilação de dados que rodam hoje no SX-6", disse Bonatti.

Monday, July 30, 2007

IPhone com Phyton e servidor Apache

O hacker cognominado NerveGas e outros usuários do canal de IRC #iphone-shell, dedicados a quebrar a proteção do aparelho iPhone, da Apple, afirmaram terem conseguido rodar uma versão do servidor Apache e do ambiente Python sob o aparelho, bem como outros aplicativos Open Source.

Noticiado no site Gizmodo, o esforço abriria uma porta imensa para a entrada de outros aplicativos não oficiais.

As instalações teriam sido feitas a partir da ferramenta desenvolvida por Nightwatch, a mesma utilizada na aplicação Hello World, revelada semana passada. Embora a ferramenta possa ser encontrada para download gratuito na web, não é de uso aconselhável por pessoas sem aprofundados conhecimentos de programação.

Com o avanço, acredita-se que o destravamento total sem inutilizar o aparelho também possa estar mais perto.

Friday, July 27, 2007

Homersapien


Veja Homer ao vivo e em cores passeando pela sua sala. Homersapien é um Homer robótico, amante de donuts, que vem pré-programado com 67 ações (como arremessar, dançar e... arrotar). Com duas velocidades de caminhada e opções para manobra-lo, basta comandá-lo através do controle remoto abastecido por quatro baterias D. O Homersapien é vendido por US$ 144 (R$ 275).

Thursday, July 12, 2007

Futebol de nano-robôs precisa de microscópio para ser visto


Imagine um Pelé robótico. Mas apague de sua imaginação tudo que se pareça com um "robozão" meio desengoçado, correndo por um campo de futebol sem achar a bola. Os pesquisadores do Instituto NIST, dos Estados Unidos, foram bem mais modestos: eles criaram jogadores de futebol seis vezes menores do que uma ameba, chutando uma bola cujo diâmetro é menor do que a espessura de um fio de cabelo humano.

Futebol de robôs

Os nano-jogadores de futebol, rolando sua nano-bola em um campo que cabe em cima de um grão de arroz foram apresentados pelos cientistas durante a 2007 Robocup, um evento mundial de robótica que ocorreu na semana passada em Atlanta. A foto mostra um chip de 3 centímetros de largura, sobre o qual estão construídos 16 campos de futebol, cada um medindo 2,5 x 2,5 mm.

A Copa de Robôs é um evento anual que utiliza a criação de robôs jogadores de futebol para incentivar o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de robótica e inteligência artificial, entre outras. Os nano-jogadores de futebol, por exemplo, estão ajudando os engenheiros a otimizar as técnicas para a fabricação de minúsculos dispositivos chamados MEMS ("MicroElectroMechanical Systems").

Nano-jogadores

Embora meçam alguns micrômetros de comprimento, os minúsculos jogadores são considerados nano-robôs porque sua massa fica na casa dos nanogramas.

Infelizmente não dá prá assistir diretamente a uma partida de futebol dos nano- robôs. Os minúsculos robôs jogadores de futebol fazem suas partidas embaixo da lente de um microscópio, controlados por um equipamento eletrônico remoto, e são acompanhados por meio de um monitor de computador.

Para ganhar o jogo, um nano-robô jogador de futebol deve ser rápido, ágil e capaz de manipular objetos com destreza - nesse caso a minúscula bola, que deve ser levada até o gol.

A competição se dá em três etapas: na primeira, o jogador deve simplesmente pegar a bola no seu campo e chegar até o gol adversário no menor tempo possível, sem enfrentar qualquer obstáculo. Na segunda etapa uma série de pequenos jogadores feitos com polímero funcionam como zaga, forçando o nano-robô a desviar-se deles em uma espécie de "slalom" até chegar ao gol. Por último, claro, a capacidade do drible. Mas também aqui os adversários não são outros jogadores, mas bolas que devem ser evitadas no caminho rumo ao gol. O tempo de cada partida é de 3 minutos.

Thursday, June 28, 2007

O Principio da era Matrix

Cientistas no Japão demonstraram "a próxima geração de interface para comunicação" na Mostra da Indústria da Realidade Virtual, realizada em Tóquio. A tela mostra uma imagem em 3D-tangível de uma mão, enquanto o pesquisador veste a luva especial que permite sentir a força da mão na tela.

A desenvolvedora, NTT Comware, espera usar esta tecnologia no futuro em museus, para que os visitantes possam tocar virtualmente em peças valiosas, e nas escolas, para que os estudantes posssam sentir objetos que estejam em lugares distantes.

Combine junto com esse software uma realidade virtual 3D já há muito utilizado por diversos brinquedos eletronicos, que você vai ter um mundo 3D no qual as pessoas podem sentir o que tocam ou quando são tocadas por alguma coisa, na minha opinião muito próximo do mundo Matrix.

Wednesday, June 20, 2007

Motor de plasma


Um laboratório científico radicado na Costa Rica testou durante mais de três horas ininterruptas um motor de plasma, um avanço para uma eventual viagem tripulada a Marte, informou nesta quarta-feira um de seus responsáveis.

O motor foi ligado no mês passado no laboratório Ad Astra Rocket e conseguiu se manter estável por mais de três horas, com temperaturas em torno dos 50 mil graus Celsius, disse o diretor da Ad Astra Costa Rica, Ronald Chang.

A Ad Astra Rocket, empresa do astronauta costarriquenho Franklin Chang, funciona na localidade de Libéria, 250 Km ao norte da capital da Costa Rica. Após esta experiência, está previsto em dezembro próximo que o motor de plasma seja testado em uma câmara a vácuo na Ad Astra Houston, para em seguida iniciar a construção de um motor que sirva para mover satélites e estabilizar estações espaciais com um custo mínimo em comparação com os atuais.

O objetivo é que, dentro de alguns anos, será possível lançar uma nave tripulada para Marte, aonde, com um motor deste tipo, chegaria em menos de 40 dias. Com os sistemas de propulsão atuais, além do alto custo econômico da missão, o trajeto levaria dois anos. "Conseguimos melhorar substancialmente o que tínhamos alcançado em dezembro", disse Ronald Chang, irmão do astronauta.

Em dezembro passado, os cientistas chefiados por Chang conseguiram manter um disparo de plasma durante dois minutos, marcando o início da construção de um motor. Chang destacou a capacidade do laboratório e dos cientistas costarriquenhos em manter durante várias horas o disparo estável do plasma.

A Ad Astra estimou que, em dezembro próximo, será possível disparar o protótipo do motor numa câmara de vácuo nos Estados Unidos, e se tiver sucesso, construiria um motor para testá-lo na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) em 2009 ou 2010.

Os foguetes baseados em produtos químicos queimam o combustível e os gases são expelidos para trás em grandes quantidades. Isto provoca uma aceleração muito forte, mas em poucos minutos são consumidas toneladas de combustível.

Os motores de plasma, ao contrário, expulsam apenas alguns íons (átomos privados de um elétron e com carga elétrica), mas a mais de 55 mil Km/h. A velocidade superior de saída compensa, em parte, a minúscula massa de material ejetado, o que aumenta a eficiência.

No entanto, o motor de plasma tem uma aceleração muito pequena, a ponto de torná-lo inútil para decolar de um planeta. Ao contrário, é ideal para uma viagem interplanetária, a partir da órbita de um corpo celeste e onde já não exista a fricção atmosférica.

Segundo os cientistas, o motor de plasma é composto de três células magnéticas: uma fonte de plasma, um "superalimentador" que utiliza ondas eletromagnéticas e uma denominada tubeira magnética. "A fonte de plasma é constituída da injeção principal de gás neutro (tipicamente hidrogênio ou outros gases leves) para ser transformada em plasma e no sistema de ionização", informou a Ad Astra.

Depois, o "superalimentador" utiliza ondas eletromagnéticas para energizar ainda mais o plasma e atingir a temperatura desejada, e a "tubeira magnética" transforma, finalmente, a energia do plasma em impulso. Franklin Chang, de 57 anos, é engenheiro mecânico e doutor em engenharia nuclear. Durante sua estadia na Nasa como astronauta, ele fez sete viagens espaciais. Ele deixou a agência espacial americana em 2005 para se dedicar ao sonho de desenvolver o motor de plasma.

A viagem a Marte é planejada há vários anos. Mas, "ela poderá ser realizada em 20 anos, não é para o futuro imediato", contemporizou Ronald Chang.

Monday, June 18, 2007

Laptop de baixo custo

Taipé - Laptop de baixo custo chamado de Eee PC tem teclado pequeno, porém confortável, e abas para organizar programas dentro do Linux.

destaque_88x66O notebook de 199 dólares da Asustek Computer, chamado de Eee PC, se transformou em uma das estrelas da Computex 2007, chamando atenção por seu tamanho compacto e seu baixo preço.

A Asustek ofereceu um protótipo de testes do Eee PC 701 para um rápido teste nesta quarta-feira (06/06), um dia após ter sido anunciado pelo presidente da companhia, Jooney Shih, e Sean Maloney, vice-presidente executivo e diretor geral do grupo de marketing e vendas da Intel.

> Veja fotos do laptop barato

Como Shih revelou poucos detalhes das especificações da máquina, foi uma boa oportunidade para conhecer mais informações sobre o portátil.

Foi aí que eu me impressionei: o pequeno notebooks tem potencial para ter grande impacto no mercado de PCs ultracompactos. E competidores como Palm, que recentemente anunciou seu portátil Foleo, devem tomar cuidado.

Desenvolvido em conjunto pela Intel e Asustek, o Eee PC chegará ao mercado durante o terceiro trimestre, em setembro no máximo. O notebook será voltado para alunos, mas também estará disponível amplamente para consumidores.

O preço inicial será de 199 dólares, aumentando conforme a memória flash que vem no PC ao invés de disco rígido. Atualmente, a Asustek planeja vender modelos com 4 GB, 8 GB e 16 GB de memória flash, mas isto pode mudar até que os primeiros modelos cheguem às lojas.

Com 22,5 centímetros de comprimento por 16,5 centímetros de profundidade, o Eee PC 701 tem espessura de 3,5 centímetros com a tela fechada e pesa apenas 890 gramas.

Outras especificações incluem monitor de 7 polegadas, câmera, 512 MB de memória DDR2 e acesso a redes wireless.

*Sumner Lemon é editor do IDG News Service, em Pequim.

Monday, June 4, 2007

Laptops para o governo

O governo federal planeja abrir uma licitação internacional, no segundo semestre, para a compra de 150 mil computadores portáteis de baixo custo, que serão distribuídos para alunos de escolas públicas. "A idéia é que as crianças já estejam com os laptops em março do ano que vem", disse ontem (1/6) Cezar Alvarez, assessor especial do presidente da República e coordenador-geral dos Programas de Inclusão Digital do governo, durante o 51.º Painel Telebrasil, na Costa do Sauípe (BA).

O nome do projeto é Um Computador por Aluno (UCA), muito parecido com Um Laptop por Criança (OLPC, na sigla em inglês), nome da organização sem fins lucrativos criada pelo professor Nicholas Negroponte, fundador do Media Lab, do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

A máquina desenvolvida pela OLPC, chamada XO e mais conhecida como Laptop de US$ 100, é um dos concorrentes na licitação. Também estão no páreo o Classmate, da Intel, e o Mobilis, da empresa indiana Encore.

Acima, da esquerda para a direita, o XO, o Mobilis e o Classmate.

A princípio, o XO teria tela de 7,5", processador AMD de 366 MHz, 128 Mb de RAM, 512 Mb de flash no lugar do HD, redes mesh e wi-fi e câmera.

O Classmate teria tela de 7", processador Intel de 900 MHz, 512 Mb de RAM, 2 Gb de flash no lugar do HD e rede wi-fi, sem câmera.

Não tenho a configuração do Mobilis.

(Comentario pessoal: A maior diferença entre as maquinas são os softwares, XO tem um Sistema Operacional totalmente voltado para o ensino enquanto o Classmate tem um sistema operacional "generico").

Mais informações no Estado de hoje, 2/6 ("Governo quer 150 mil laptops para escolas").

Wednesday, May 30, 2007

Projeto OLPC procura jogos open source



O projeto One Laptop Per Child, OLPC, que tem como objetivo oferecer notebooks de baixo custo para a educação de crianças de países em desenvolvimento, promoverá um campeonato de design de jogos educacionais de código aberto.Os designers terão três dias para criar o jogo durante o evento que começa em 8 de junho de 2007 na universidade Olin College, em Needham, Massachusetts, Estados Unidos, e terão a chance de ganhar um laptop.
O XO, como é conhecida a máquina do projeto OLPC, possui as bibliotecas pygames, para a criação de jogos open source programados em Python. Com o aplicativo eToys, as crianças poderão criar seus próprios jogos.
A tarefa dos desenvolvedores participantes do evento será criar títulos inovadores que explorem recursos do XO, como rede sem fio , câmera de vídeo e tablet.
Todos os jogos criados durante o evento, apelidado de "Game Jam", serão publicados sob a licença pública GNU e distribuídos no site SourceForge.
SJ Klein, diretor de conteúdo da OLPC diz que a proposta é juntar programadores, e se tudo der certo haverá outros eventos do gênero. O site da "Game Jam" pode ser visto aqui

Wednesday, May 23, 2007

Teclado Optimus Maximus

Mesmo com o preço elevado, o superteclado Optimus Maximus, que permite que o usuário personalize a disposição das teclas, teve seu primeiro lote de 200 peças esgotado apenas 12 horas após o início do recebimento de reservas, no último domingo (20). Quem quiser ter o periférico agora precisa, além de pagar os mais de US$ 1.500, disputar as peças restantes que só serão entregues no fim do ano ou no início de 2008.O blog da empresa informou que nos primeiros 15 minutos de abertura das encomendas o site ficou fora do ar devido ao grande número de acessos. Além disso, algumas pessoas relataram problemas com o pagamento -- a empresa, porém, garante que irá verificar a situação e entrar em contato com os compradores com problemas.

ChipSheep: Teclado do futuro, com preço de outro mundo

Ter um teclado que custa o mesmo preço –- e em alguns casos até mais –- que o computador em si não é algo muito normal, mas a empresa Art Lebedev resolveu apostar no nicho. Para comparação de preço, o notebook da Toshiba Satellite T2080, com processador Dual Core, 512 de memória RAM, gravador de DVD e HD de 80 GB custa, nos Estados Unidos, US$ 679,99. O custo se reflete em seu design, que está muito distante dos equipamentos de plástico tradicionais. Cada tecla tem uma pequena tela de OLED (tecnologia mais fina e barata que o LCD), permitindo que o layout do teclado seja escolhido pelo usuário. Segundo o site da empresa, onde pode ser feito o pedido, há a previsão de entrega de 200 unidades no início de dezembro deste ano -- já esgotados --, mais 200 no fim do mesmo mês e outras 400 em janeiro de 2008.
Apesar de não parecer muito diferente dos tradicionais, suas teclas podem ser adaptadas para o Photoshop (à esquerda) ou para o jogo Quake (direita), por exemplo. (Foto: Divulgação)

A idéia por trás do equipamento de luxo coberto com alumínio é bastante interessante: cada tecla pode trocar seu símbolo de acordo com o programa que está sendo utilizado. Isso é o fim da necessidade de memorização de atalhos e códigos complicados –- o usuário pode personalizar o teclado para as funções mais usadas em determinada aplicação. Ele também é capaz de mudar de idioma rapidamente. Tudo isso, feito com pequenas telas individuais, não é fácil –- nem barato.
Para quem quiser testar como o sistema vai funcionar, a empresa oferece, já no mercado, o Optimus Mini Three -- versão compacta do teclado com apenas três teclas. Ele custa bem menos, mas ainda é caro para um objeto do tipo: US$ 160.

Tuesday, May 22, 2007

Disco rígido de 1 terabyte chega ao consumidor

Para os que sempre reclamaram de seus HD's, chega de ficar comprando 1 placa por memória, agora chegou o disco rígido de 1 terabyte!

Se você acha seu HD pequeno demais para filmes, músicas entre outros dados, comece a comemorar. A Hitachi começou a vender inicialmente nos EUA a primeira versão do Deskstar 7K1000, um disco rígido que traz nada mais, nada menos que 1TB (terabyte) de capacidade.

Para se ter uma idéia do potencial de todo esse espaço, é possível armazenar no dispositivo 125 filmes em alta definição, 80 horas de vídeos, 333 mil fotos em formato JPG com ótima resolução ou ainda ouvir músicas em MP3 durante dois anos sem repeti-las. A unidade pesa 680g, possui recurso antichoque e um sistema de controle térmico constante durante as operações de escrita e leitura de dados. Custa US$ 399.